sábado, 22 de agosto de 2009

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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

MANDALAS

MULHER
Símbolo de totalidade
Tradição que resistiu ao tempo, as mandalas ajudam no desenvolvimento pessoal e na harmonia de SENTIMENTOS.



Palavra da língua sânscrita, mandala significa círculo. Muito além dos belos quadros ou móbiles que enfeitam as casas, essas peças são utilizadas para integrar e harmonizar a vida de qualquer pessoa. Especialista no assunto, Antonietta Graziano Forcione conta que esse pequeno disco pode ser usado de vários modos: desenvolvimento pessoal e espiritual, harmonização de pessoas e ambientes, decoração e arte.

Muito antes da novela Caminho das Índias, da TV Globo, mostrar os círculos de flores em oferenda à deusa Shiva, em várias culturas a mandala sempre foi considerada símbolo de expressão científica, religiosa ou artística. "A arte rupestre, o símbolo taoísta Taiji, do yin e yang, o calendário Maia, os yantras indianos, as mandalas tibetanas e as rosáceas da Catedral de Chartres são alguns exemplos de onde essa peça de harmonização já foi usada", diz a Antonietta.

Segundo a terapeuta Lyndha Araújo, esses círculos funcionam como canais de energia, que ajudam a equilibrar o organismo. Em casa, por exemplo, escolha um lugar de fácil visualização para colocar sua mandala. "O simples olhar faz a estrutura agir em nosso interior. A observação de suas formas, desenhos, círculos e cores dá a chance do observador abrir-se para novas experiências, redescobrir e encontrar seu próprio caminho", diz.

Em busca do equilíbrio



Já o lado pessoal, pode ser ativado por uma mandala de numerologia. Lyndha explica que, para isso, é necessário consultar um profissional que faz um estudo numerológico completo, usando o nome da pessoa e sua data de nascimento. "O talismã é único e, por isso, usado para personalizar a mandala pessoal (que corresponde ao centro do círculo)", explica.

Além disso, nos consultórios de psicólogos junguianos não é difícil encontrar essa forma de terapia que, nesse caso, trabalha com desenvolvimento individual. "No consultório a pessoa vai desenhando os círculos e colorindo. No final, o terapeuta analisa os traços, que demonstram como estão os sentimentos, e aplica as diversas técnicas da psicologia", descreve Antonietta.

Qualquer pessoa pode desenhar mandalas, tanto com a ajuda de um terapeuta, quanto sozinha. Para isso, você pode colorir ou desenhar esses círculos de forma geométrica ou mista, fazendo algumas perguntas enquanto produz. "Depois de terminar o trabalho, você notará que a cada novo desenho suas dúvidas irão se dissipando", afirma Lyndha.

Saiba quais as principais perguntas que você deve fazer quando estiver desenhando uma mandala e o significado de cada uma delas:

- Você prefere começar pelo centro ou pelas bordas?
(Essa pergunta trabalha com as decisões que você toma na vida)

- Tem paciência para pintar ou quer fazer tudo apressadamente?
(Questão de paciência e tranquilidade)

- Quais as cores que gosta mais de usar?
(Cada cor tem um significado. Exemplo: o vermelho simboliza o orgulho, a violência, a agressividade ou o poder)

- Gosta da sua obra ou está descontente com ela?
(Essa pergunta reflete como está seu sentimento em relação à vida e ao momento que está vivendo)

- Reconhece-se nela?
(No Nepal, dizem até que quando olhamos para a "nossa" mandala, estamos olhando para nós mesmos. Será que esse é o caso?)

- Tem vontade de fazer outra, ou acha que já fez demais?
(Quanto mais mandalas você fizer, mais você se desenvolve)

- O que sentiu ao pintá-la?

Fonte: Lyndha Araújo

Mulher de 30...

MULHER
De repente 30
Entenda porque mulheres ficam de cabelo em pé ao se tornarem balzaquianas


Foto: Divulgação

Cena da peça Confissões de 30, que já teve mais de 70 mil expectadores

Parece que num piscar de olhos a vida passa sem a gente perceber. Um dia é a tão esperada festa de debutante, no outro é chamada de tia pelos moleques do condomínio. E quando você menos espera, está prestes a completar três décadas de vida. É nessa hora que muita gente entra em desespero, inicia uma avaliação da vida, lamenta algumas coisas que queria ter feito, lembra de amores do passado e imagina como a vida seria se tivesse casado com aquele primeiro namorado. Não se preocupe, você chegou na crise dos 30.

A fase é tão comum que até virou espetáculo teatral, Confissões de Mulheres de 30, com dramaturgia de Domingos de Oliveira, numa abordagem bem-humorada das preocupações e temores das mulheres nessa faixa etária. O enredo baseia-se em histórias confessionais, inspiradas em relatos verídicos. As atrizes abordam temas como casamento, primeiro namorado após a separação, filhos, ex-marido, grandes sonhos, sexo, trabalho, preocupação com a maturidade e o descontrole emocional. A peça mostra de maneira divertida como pensam e lidam com as realizações e frustrações típicas da idade balzaquiana, a que muitos chamam de segunda adolescência.

"A gente fala desse estado de espírito que é ter 30 anos, mas não necessariamente ele condiz cronologicamente com a realidade. Tem mulheres que vão à peça com 70 anos e dizem que passaram por isso e meninas de vinte que também se identificam", explica Camila Raffanti, atriz que está no elenco do espetáculo.

"Acho que 30 anos é a idade da sinceridade. É como se a gente virasse uma grande faxineira e começasse a fazer uma enorme limpeza na vida. Colocando fora o que não serve mais e resgatando planos antigos", completa Juliana Araripe, também integrante do elenco.


Quem entende do assunto

Foto: Divulgação

A baixa autoestima é uma das caracteristicas durante a crise balzaquiana

Para a psicóloga Viviane Scarpelo, a vida é constituída por fases e para cada uma delas, muitas vezes, existem dificuldades e preocupações. "Quando criança, nos preocupamos com as diferenças dos colegas da escola, que ocorrem nos nossos corpos; na adolescência, a preocupação geralmente é saber quem está namorando e, quando adultos, a preocupação é com a carreira, estabilidade financeira, casamento e filhos. Em todas essas situações, a comparação se faz presente e é um grande gerador de baixa autoestima ou insegurança", pontua a especialista.

"Fiquei horas trancada no banheiro chorando muito no dia do meu aniversário. Via a vida das minhas amigas e comparava com a minha, me sentia uma fracassada e além de tudo, achava que estava ficando velha para correr atrás dos meus sonhos", conta a profissional de relações públicas, Amanda Miranda, hoje com 35 anos.

Viviane diz que a crise pode começar nas frustrações do passado e com o medo do futuro. "Termina quando se tem mais autoconfiança, consciência e autoestima, para saber o que se quer e a partir de agora depositar suas energias para chegar onde deseja estar a médio ou longo prazo", aconselha.

"Fiquei alguns dias bem mal depois do meu aniversário, sem saber porquê, mas garanto que minha vida mudou depois dos 30. Realizei muitas coisas nesses cinco anos. Me sinto mais feliz hoje do que quando tinha 35. Depois da crise descobri que a vida começa nos 30", comemora Amanda.

domingo, 9 de agosto de 2009

domingo, 26 de julho de 2009

Dependência quimica ,algo de novo ajudando.

A dependência tem cura Por Solange Palatnik
Entrevista com o Dr. Paulo Mittelman, especialista em prevenção do álcool e outras drogas
Paulo Mittelman, psicólogo-clínico, é especializado em Dependência Química, sendo também professor do curso de pós- graduação da PUC do Rio de Janeiro, em “Prevenção e Tratamento de Abusos de Drogas”.Ele explica que a dependência através de drogas psicoativas é um fenômeno do uso abusivo de substâncias que alteram o humor, o pensamento e o comportamento das pessoas.Esse problema ainda é tratado como tabu na nossa sociedade.É importante diferenciar o tratamento em indivíduos que fazem uso dessas substâncias sem, no entanto, serem dependentes, podendo mudar seu comportamento e o padrão de uso, das pessoas cuja dependência já está instalada e a única saída é a abstinência completa da substância química.O trabalho de Mittelman, ou como ele diz “a menina dos seus olhos”, é a prevenção deste mal. Ele vem desenvolvendo palestras e workshops em empresas de todas as áreas, escolas e também com adolescentes moradores de rua.Paulo nos explica que o dependente tem que ser tratado de forma transdisciplinar, pois é preciso cuidar dos seus problemas, sejam eles físicos, psicológicos, existenciais ou culturais e, o mais importante, da sua reinserção na sociedade. A família do dependente adoece também e deve ser tratada.As drogas não só matam, como podem provocar danos irreversíveis no cérebro , além de doenças graves em órgãos vitais, como fígado, pulmões e coração .O objetivo das palestras é capacitar profissionais para agir no caso de perceberem algum sintoma de uso de drogas, através de questionários cujas respostas podem ser analisadas. Com intervenções breves, o profissional pode mudar esse comportamento perigoso e nocivo.As pessoas podem também ser dependentes por jogo, comida, internet, compra , sexo etc. É a chamada compulsão.Atualmente tem aumentado muito o uso de drogas pesadas por crianças, que consomem crack, maconha, cocaína e solventes. Muitas dessas crianças têm morte violenta e algumas são afetadas, de tal maneira, que não conseguem mais se recuperar, já que seus cérebros ficaram lesionados.Os pais não devem permitir bebidas alcoólicas em festinhas de seus filhos adolescentes e também observar constantemente o comportamento desses jovens, principalmente entre os 12 e 14 anos. É a fase mais perigosa.Os pacientes devem ser orientados a tentar obter prazer nas coisas simples da vida, se desvinculando da utilização de drogas. Mittelman alerta que somente 30% dos dependentes são curados, pois a maioria sofre recaída.Os judeus que padecem de dependência química podem entrar em contato com a JACS (Jewish Alcoholics Chemically Dependent Persons), programa de assistência mundial para judeus viciados em drogas.O primeiro passo para a cura é a aceitação. A Dependência Química pode e deve ser interrompidaOs judeus adictos são os que mais demoram a procurar ajuda e por isso têm um percentual menor de recuperação.

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